A partilha da Palestina

Alfredo Braga

Os judeus temem ver revelado perante os olhos do mundo o fato de ser a impostura do "Holocausto" o que permitiu, no rastro da Segunda Guerra Mundial, a criação na terra da Palestina de uma colônia judaica chamada Israel; e tudo isso num tempo em que (com a exceção do império comunista) um gigantesco movimento anticolonialista estava em andamento.

Robert Faurisson

 

Exatamente aos trinta anos e vinte e sete dias, depois que a chamada Declaração Balfour foi entregue ao banqueiro Rothschild, a Assembléia Geral das Nações Unidas, sob intensa pressão do lobby judeu que se aproveitou daquele momento, ainda de desorientação e ressaca do pós-guerra, no dia 29 de novembro de 1947, aprovou a Resolução 181, propondo a divisão da Palestina.

Diversos países, especialmente os pequenos e os mais dependentes de empréstimos e doações, foram pressionados a dar o seu voto favorável.

A votação foi tumultuada e adiada várias vezes, enquanto os sionistas se movimentavam para reverter o resultado já conhecido, claramente contrário à proposta de partilha, ou à criação de outro país. Para isso usaram todos os tipos de recursos e subornos, desde promessas de benefícios diplomáticos, militares e financeiros, até a ameaças de retaliações comerciais, e às mais indecentes formas de corrupção e de chantagens contra os representantes desses países.

A movimentação dos agentes judeus pelos corredores dos hotéis onde se hospedavam as representações diplomáticas, levou várias delegações que já haviam se pronunciado contra a proposta, a mudar os seus votos da noite para o dia.

Em 25 de novembro, na votação da Comissão ad hoc, pelo menos trinta delegações já haviam se posicionado claramente contra a partilha mas, em manobras articuladas entre Osvaldo Aranha e representantes pró sionistas, os trabalhos foram suspensos várias vezes e a votação adiada por alguns dias, enquanto os agentes judeus e os seus agregados abordavam as delegações:

O embaixador da Costa Rica recebeu um talão de cheques em branco... e as mulheres dos diplomatas dos países latino-americanos — incluindo o Brasil — ganharam casacos de vison... o voto do Haiti foi trocado por certas promessas de créditos bancários... e o da Libéria foi logrado através de chantagens... o presidente das Filipinas foi ameaçado por telefone de tal maneira violenta que teve de ordenar ao seu embaixador que mudasse o seu voto... (Fonte: A questão da Palestina e a fundação de Israel)

Em seu discurso diante da Assembléia das Nações Unidas, o embaixador do Líbano, Camille Chamoun, referiu-se diretamente a essa descarada violência dos lobistas judeus:

"A liberdade de voto é sagrada e não podemos abandoná-la pelo tirânico sistema de abordar delegações diplomáticas em quartos de hotel, corredores e ante-salas, ameaçando-as com sanções, ou oferecendo propinas e fazendo promessas para obrigá-las a votar desta ou daquela maneira."

A vergonhosa Assembléia das Nações Unidas presidida de maneira absolutamente desonesta pelo brasileiro Osvaldo Aranha, desrespeitou todas as normas do direito internacional, até ao afrontar a Carta das Nações que não lhe permite inventar países ou estados que logo a seguir passem a ter direito a voto. Mas a trama judeo-sionista segue, em sua indecente sanha, desrespeitando todas as resoluções daquela organização que em novembro de 1947, aceitou criar em seu próprio seio essa aberração moral e política chamada Israel:

O que está acontecendo na Palestina não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética. Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico.

Gandhi

     


Até quando ? ...

Aqueles que defendem, ou desculpam, a bestialidade judeo-israelita contra o povo palestino, ainda não entenderam o que essa gente anda fazendo?

De que mais precisam para se convencerem da perversidade da cabala judeo-sionista, não só na Palestina, mas aqui entre nós?

Quantas crises financeiras provocadas por essa gente ainda serão necessárias para que os seus crédulos defensores entendam o golpe que está sendo cometido contra eles próprios e contra as nossas sociedades e nações?

Não conseguem entender que a terrível campanha de extermínio contra o povo palestino é apenas a expressão local do caráter e da bestialidade dessas organizações secretas ou descaradas, infiltradas e instaladas entre os vários países do planeta?

Esses cidadãos tão bem intencionados, ainda não entenderam que os bombardeios do exército judeu contra as instalações civis da ONU, são o hediondo sinal da arrogância e da insolência judia contra a humanidade e contra as nações do mundo?

Ainda não entenderam que essa aberração moral e política chamada Israel, é apenas a testa-de-ferro, ou a face visível de criminosas organizações apátridas e entidades parasitas, incrustadas em nossos países e nações?

A.B.

"E deves destruir todos os povos que o Senhor teu Deus te der, e teu olho não terá piedade deles."  Deuteronômio 7: 2-16

Não é verdade que Israel tenha algum receio ou escrúpulo em exibir, pleno de arrogância, a sua bestialidade e sanha homicida. É esta a verdadeira face do brutal espírito do Judaísmo Internacional e do cinismo do Congresso Mundial Judaico.


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