Flávio Marinho

14 de agosto a 15 de setembro de 2002

Centro Cultural Portão - Muma - Sala II

Curitiba - Paraná

Na sua última exposição em Curitiba (As três meninas e as três meninas mortas, na Casa João Turim, maio/junho de 1999) Flávio Marinho já demonstrava com lucidez despojada de clichês, ou dos maneirismos tão comuns nos jovens artistas desde aquela bem sucedida Geração 80, a postura fundamental para o desenvolvimento dos seus assombrosos vislumbres de rápidas centelhas de tempo esgarçado, e de sonhos.

Agora, na abordagem de seus questionamentos em sua Tese de Mestrado em Poéticas Visuais (UFRGS, 2002) é essa espécie de fugidio lampejo o que agora nos leva a sentir, ou a pressentir, neste seu denso apanhado de "molduras-lembranças", "instantâneos-espreitados", "dentes-sorrisos", e na tênue "borboleta-decapitada", de um outro quadro, como moldura da incompletude de mil memórias mutiladas.

 

Alfredo Braga

6/6/2002

 

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